"E a mulher a quem morreu o filho de colo não perde o jeito de embalar que traz nos braços. Chamam-lhe doida por isso."
Denuncia a miséria e a injustiça social do Estado Novo, retratando as vidas de um grupo de crianças que abandonam a escola para trabalhar nos telhais à margem do Tejo. Um livro de grande beleza, que se tornou num dos meus favoritos